Home Data de criação : 09/10/17 Última atualização : 11/10/17 11:14 / 17 Artigos publicados

Soul Calibur Cyber Olympics Final Match  escrito em quinta 26 novembro 2009 21:07

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Gatas do Soul Calibur  escrito em quinta 26 novembro 2009 18:47

Bonitonas do Soul Calibur

TOP 5 garotas

Bonitonas do Soul Calibur

“Soul Calibur” é um jogo que todo amante do gênero luta conhece (e adora). Se não conhece, passe a conhecer, pois você está perdendo horas de diversão. O título conta com diversos personagens, do sexo masculino, e claro, como não deve faltar, do sexo feminino. E é com isso que resolvemos tratar, fazendo um “Top 5” das mais bonitonas desta incrível série de lutas.

1 - Sophitia

Sophitia Alexandra apareceu a primeira vez em “Soul Edge”. Com uma espada curta e um escudo nas mãos, a carismática Sophitia tem ar de boa menina – daí você já imagina porque ela cativa os marmanjos. Porque, apesar de aparentar ser doce, pode vencer qualquer guerreiro com sua bravura. Depois de ter conhecido um dos deuses do Olimpo, Hephaestus, o deus do fogo, a garotinha bonita ganhou sua espada chamada de Omega Sword e teve a missão de destruir a “Soul Edge”, que traria muito sofrimento ao mundo. Sendo boa moça, bonita e uma guerreira exímia, Sophitia mantém o primeiro lugar no top.

2 - Ivy

Ivy

Isabella Valentine. Sem dúvida, a mais sensual das personagens presentes na série. Filha do personagem Cervantes, Ivy mostra talento com a espada e com a vestimenta, que é pouca. Seu objetivo e ir atrás da Soul Edge para destruí-la. Porém, durante um ataque de seu pai, Ivy perdeu a sua alma. Agora, ela usa uma alma artificial para manter-se viva e se mostra uma das personagens mais bonitas de todos os tempos.

3 - Cassandra

Cassandra

Se Sophitia é a primeira nesta lista, a irmã dela também teria de estar em algum lugar. E é justamente abaixo da garota mais sexy da série. Cassandra apareceu a primeira vez em “Soul Calibur II”, e assim como a irmã, tem um coração bom. Ela tem o desejo de acabar com o mal em todo o mundo. Para isso, vai atrás da “holy stone”, uma pedra sagrada que tem este poder. Seu talento com a espada mostra que Cassandra também é uma garota casca-grossa. E além disso, é dotada de uma enorme beleza.

4 - Amy

Amy

Amy é claramente uma garota nobre. Assim como seus modos com a espada, parecidos com o de Raphael, a menina tem uma ligação com rapaz. Nisso, num certo dia Raphael, depois de uma batalha com Nightmare, o protetor da “Soul Edge”, foi infectado pela semente do mal, e com isso, passou a maldição para Amy. Este é o motivo da pele dela ser pálida e seus olhos serem vermelhos. Porém, a garota manteve seu visual bonito e claro, a classe, o que a torna uma das mais bonitas da série.

5 - Tira

Tira

Tira é a típica garota maluca. Isso já é possível notar também pela sua aparência, que reflete da personalidade. Com frases de efeito de “Posso te matar, por favor?” e roupas rasgadas com maquiagem borrada, a personagem tem características fortes. Por se dar bem no estilo Arlequina, da série Batman, ela merece estar na lista, já que o modo “maluquinho” tem também o seu charme

Plataforma: _Xbox 360_ | _Wii_ | _PSP_ | _PS2_ | _PS3_

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Taki  (Personagens) escrito em domingo 25 outubro 2009 15:37

Taki

http://www.ptfighters.com/wiki/images/2/2b/Header_37.jpg

Perfil

  • Nome: Taki
  • Idade: 29
  • Naturalidade: Fu-Ma No Sato, Japan
  • Altura: 1,68m
  • Peso: 60kgs
  • Data de Nascimento: Unknown
  • Sangue: A
  • Arma: Ninja Sword x 2
  • Arma Nome: Rekki-Maru & Mekki-Maru
  • Estilo de Luta: Musoh-Battoh-Ryu
  • Família: Próxima – Todos levados por doença -- Mestre / Toki

História

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Apenas a pessoa que pode ficar essencialmente silenciosa pode essencialmente agir., "A Literary Review", Soren Aabye Kierkegaard Taki estava preocupada com a Soul Edge, que tinha provavelmente recuperado o seu poder. No momento, no entanto, ela estava mais preocupada com Toki. Fragmentos da arma maldita estavam a ser reunidos pelo chefe do clã Fu-Ma, que possuía grande poder. Só iria significar problemas – até podia levar ao nascimento de uma segunda arma maldita. Não podia ignorar a ameaça. Taki decidiu-se, e primeiro saíu para desembaraçar-se dos perseguidores. Deliberadamente deixou alguma informação que tinha obtido sobre os fragmentos da arma maldita de maneira a distraír a atenção do clã Fu-Ma. Depois de arrumar os agentes enviados por Toki, saíu para o Japão. O clã Fu-Ma era um grupo que se escondia do mundo, vivendo para exorcisar demónios e bestas. O líder do grupo de caça-monstros, habilidoso em combate e na manipulação de espíritos, era suposto ser Toki. Depois das suas actividades, Taki percebeu que a aldeia dos Fu-Ma estava a sofrer de uma crise interna. Sentindo a loucura do líder do clã, uma facção dos Fu-Ma tentou apoderar-se do poder. Taki entrou em contacto com a facção e em troca de lhes dar informação sobre os fragmentos da arma maldita, soube da localização de Toki. Toki estava no templo Hoko, situado na capital. Taki tinha a certeza que Toki pensava em ficar com o poder dos espíritos malditos que se juntavam no templo. Evitando os obstáculos colocados no seu caminho pelos seguidores leais de Toki, Taki atravessou a escuridão e chegou ao templo obscuro. Sentiu uma presença maléfica surgir por debaixo da superfície. Não havia tempo a perder… Taki entrou a capela do Grande Buda que tinha sido construída debaixo do templo e finalmente enfrentou Toki. "Oni..." O nome do lendário demónio, passado desde tempos anciãos, passou-lhe pela mente quando viu Toki. Não havia nada que ainda sobrasse do homem que já foi o seu mestre. O seu corpo devia ter mostrado a sua idade, mas estava inchado e coberto de músculo desumano, que parecia uma peça de armadura pesada. A sua pele ficou com um tom vermelho escuro, reflectindo a sua corrente sanguínea. Os seus olhos vermelhos estavam cheios de vontade de sangue. Toki estava a sugar todos os espíritos e energia do templo. Mas não importava o quão poderoso era o seu adversário, Taki não se iria deixar abater. Taki sacou da sua preciosa Rekki-Maru e aproximou-se, mas nesse momemnto, um comprido, fantásmico uivo ecoou pela capela. "Uuoohhhhhhhhhhhhh..." Sentiu a presença do gigante demónio que já uma vez tinha derrotado e selado neste local. As disturbâncias do campo de energia causadas por Toki tinham quebrado a prisão. Agora, até essa força maligna estava a ser absorvida no vortex de energia maléfica. Toki radiava. Taki preparou-se para batalhar. A batalha foi aguerrida. Foi irónico o que deu a Taki a sua pequena vantagem. Para derrotar o poderoso demi-demónio, tinha usado as técnicas Fu-Ma que o próprio Toki lhe tinha ensinado. A lâmina que perfurou o seu rijo corpo foi Mekki-Maru, a arma que ele próprio tinha conspirado para obter. Olhando para baixo para o corpo envelhecido de Toki, Taki dificilmente se manteve consciente. Tinha sofrido graves lesões, e tinha usado toda a sua energia para evitar que Mekki-Maru perdesse o controlo em resposta à energia maligna. A sua missão no entanto, não estava acabada. Enquanto Taki começava a preparar o golpe final, uma fraca voz soou. "Taki... és tu?" Apanhada de surpresa, Taki olhou para a cara do velho. Os lábios tremiam enquanto se moviam. "Está muito escuro... Traz alguma luz…” Não haviam sinais de loucura na sua voz. Taki sentiu emoções fortes a juntarem-se dentro dela. Abriu a boca para chamar o seu mestre, mas essas palavras não lhe chegaram. Os olhos de Toki abriram largamente e uma entidade parecida com uma aura emergiu de dentro da sua boca. Taki atacou-a rapidamente, mas a lamina não acertou em nada. A entidade voou silenciosamente para a escuridão. Taki preparou-se para deixar o paír ao nascer do Sol. A entidade em que Toki se tinha tornado não parecia nem uma alma nem um espírito maligno. Taki não sabia se tinha a vontade do líder do clã Fu-Ma, mas só havia um lugar que Toki teria ido para reavivar o seu poder. Taki tinha que achar a Soul Edge. Não tinha tempo de esperar que as suas feridas sarassem. Não sabia porquê, mas a presença da arma amaldiçoada parecia fraca. Era esta a altura para a perseguir. A vida de um ninja é incerta. Agora, depois deste tempo todo, Taki achou-se a ruminar sobre isto. Com o objectivo de fazer o que devia, tornou-se uma sombra vermelha a correr pela escuridão.

                                 http://www.ptfighters.com/wiki/images/f/fe/Art_37.gif

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Cervantes de Leon  (Personagens) escrito em domingo 25 outubro 2009 15:21

Cervantes de Leon

http://www.ptfighters.com/wiki/images/b/b4/Header_9.jpg

Perfil

 

  • Nome: Cervantes De Leon
  • Idade: 48 (Envelhecimento parado)
  • Naturalidade: Valencia, Império Espanhol
  • Altura: 1,78m
  • Peso: 80 kgs
  • Data de Nascimento: 1 de Janeiro
  • Sangue: Nenhum
  • Arma: Soul Edge (Arma Longa) & Espada de Pistola
  • Nome da Arma: Soul Edge & Nirvana
  • Estilo de Luta: Memórias da Soul Edge
  • Família: Pai - Morto em batalha; Mãe - Falecida; Filha -Isabella "Ivy" Valentine; A sua tripulação - Chacinada às suas mãos (não tem conhecimento deste incidente).

História

                   Os símbolos do Rei do Inferno Aproximam-se de Nós. - "La Divina Commedia: Inferno," Dante Alighieri.. Cervantes consegui fazer voltar a Soul Edge à sua forma original. Efeito secundário dos fragmentos da arma maldita aglomerados no seu corpo, tinha conseguido manter mão na sua vontade própria. No passado, tinha sido controlado pela espada, mas agora o papel estava invertido. Tornaria a espada na sua mão completa e obter a outra metade da Soul Edge. O dia que ele conseguisse o maior poder não tardava!Cervantes lançou-se ao mar no Adrian e terrorizou o Atlântico. Controle desse oceano estava sempre a mudar entre Espanha e outros países, mas mesmo este grande período de história não era mais que ondulação à barca de Cervantes. Não interessava que bandeiras os outros hasteavam, seja mercador ou navio de guerra, todos eram meramente presas aos seus olhos.O que procurava agora, no entanto, não era um tesouro monetário, mas nutrição para ajudar a arma maldita a crescer—as armas de homens fortes no mar que se tinham enrijecido contra fortes ondas!Navios atacados pelo Adrian desapareciam completamente e tornavam-se cemitérios flutuantes. Um novo capítulo foi adicionado à história do lendário pirata Cervantes: Um conto de um demónico navio fantasma e do seu capitão inhumano.Tudo corria fluidamente... até aquele dia. O incomum mar intempestivo parecia premonição. Cervantes evitou a tempestade ao ancorar o Adrian numa saída de uma encosta.A presence da outra metade da Soul Edge desapareceu de repente. Ultimamente ele sentia como se ela nunca estivesse tão forte, e agora já nem sentia nada. Então uma mudança terrível começou a acontecer no seu corpo – a pele mudou de cor e ele começou a desmororar-se! Percebeu que os fragmentos da espada maldita que o mantinha vivo estavam a perder o seu poder. Assim, o seu corpo voltaria a ser um cadável estoirado. O próprio poder da arma maldita que ele possuía estava a enfraquecer.Entrando em pânico, tentou acompanhar o que sobrava da energia maléfica. Sentiu que o poder emitido pela outra arma maldita estava a ser segurada por algum grandioso poder. Que entidade poderia ter tanto poder?!"Uau, parece que tens problemas!" Subitamente, palavras desrespeitosas vieram de cima da sua cabeça. Virando para a direcção da voz, Cervantes descobriu uma estranha rapariga de roupa verde sentada no mastro do Adrian. Pássaros negros circulavam à volta dela.Cervantes estava incomodado por não se ter apercebido da presença da intrusa. Mas o que realmente o surpreendeu não foi a destreza nem a discricção da rapariga, mas sim que ela emanava a mesma aura da arma maldita."Mas e quem raio és tu?!" Em resposta à voz intimidatória de Cervantes, a rapariga respondeu calmamente."Não te digo respeito, mas acho que posso dizer que sou serva da arma maléfica!" A rapariga riu."É óptimo teres feito a arma crescer, mas o teu corpo simplesmente não se vai aguentar.""Como te atreves a gozar comigo!" A voz dele cheia de intenções malignas. "Ohoh, assustador assustador! Mas matar-me não te ia adiantar. E que tal tratares do tal que fez coisas feias à Soul Edge em vez disso?" Segundo a rapariga, uma entidade que se opunha à Soul Edge estava escondida e matou temporariamente a arma."Será pelo teu bem também" Dizendo isto, a rapariga saltou do mastro e desapareceu na escuridão.Cervantes não tinha intenção de se dedicar a uma razão partilhada com a rapariga, mas, para evitar ser arrastado de volta ao abismo da morte, não tinha escolha senão destruír a causa dos seus problemas.Nunca pensou que o seu imortal ser fosse sentir medo da morte. A cara de Cervantes tinha agora uma expressão preocupada, uma que não tinha à muito tempo. Podia provavelmente adiar por um bocado a sua inevitavel extinção ao absorver mais almas.Durante a breve conclusão, a sua única esperança era voltar a dar vida à arma maldita!A sua obsessão por almas em força, virou o leme do Adrian. Apontava para as ondas tempestivas do mar.

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Ivy  (Personagens) escrito em domingo 18 outubro 2009 16:26

 http://www.ptfighters.com/wiki/images/b/be/Header_16.jpg

Perfil

  • Nome: Ivy (Isabella Valentine)
  • Idade: 32
  • Naturalidade: London, Império Britânico
  • Altura: 1,77m
  • Peso: 58kg
  • Data de Nascimento: December 10
  • Sangue: Unknown
  • Arma: Snake Sword
  • Arma Nome: Valentine (Ivy Blade)
  • Estilo de Luta: Unrelated Link
  • Família: Pais Adoptivos / Falecidos -- Pai/Cervantes -- Mãe / Falecida.

                 

http://farm3.static.flickr.com/2123/2420121627_b3fd794a03.jpg

http://cache.kotaku.com/assets/resources/2007/05/soul_calibur_2_500.jpg

História

Alma cobarde minha não é. - Emily Bronte

Ivy lançou-se na sua viagem de modo a eliminar todos os traços restantes da arma maléfica. Não há esperança para aqueles seduzidos pela arma. Não tem cura excepto a morte. A sua determinação resultou em muito sangue derramado—às vezes deitou abaixo inocentes, mas nada a detia.

Ao decorrer da sua expedição, a sua arma começou a mudar. Ao vê-la ficar mais instável que alguma vez tinha sido, decidiu voltar à Mansão Valentine para investigar a razão. Ao voltar ao seu laboratório químico, tinha acesso ao seu equipamento de pesquisa.

Na volta, parou numa cidade académica em Inglaterra e comprou textos e livros de artes secretas, antigas e novas, recolhidas por todo o mundo. Após voltar à mansão e dar uma vista de olhos neles, descobriu um volume em particular que lhe chamou a atenção.

Era claramente muito mais velho que os outros. Tinha descrições detalhadas sobre a natureza e a origem da espada maldita. Que ela soubesse, este livro tinha a informação mais detalhada sobre Soul Edge.

Aumentou a excitação ao modo que ia decifrando texto antigo, acabou por descobrir uma antítese da espada maldita, Soul Calibur — uma espada que quebrava a força da Soul Edge e usava o seu poder para lutar contra ela. A história era difícil de acreditar, mas o texto era tão preciso que não parecia ficção.

Depois de um mês de trabalho, conseguiu decifrar todos os detalhes da espada espiritual, e estava convencida que era real. Ivy fechou os olhos e mergulhou numa profunda contemplação, numerosos pensamentos a invadirem-lhe a mente. Abriu os olhos ao som da porta a abrir. Ligeiramente provocada, olhou para entrada e viu um homem alto de pele escura com uma capa branca.

"Quem és?"

Não assustada com o intruso, Ivy perguntou-lhe com uma voz firme.

"Leste o livro?"

O homem respondeu com outra pergunta, a sua voz calma e fria. No silêncio que se seguiu, ambos descobriram a resposta às respectivas perguntas.

Ivy agarrou o livro e ao distanciar-se sacou da sua arma. Sem se perceber de onde, o homem de capa branca desvendou uma foice gigante.

Uma batalha feroz surgiu imediatamente. O homem rodava precisamente com a sua foice, enquanto Ivy criava um raio de fúria com a sua arma que se transformava livremente. Faíscas voavam enquanto os seus ataques colidiam e cada ataque mortífero era repelido.

"Raios partam..." Ivy cerrou os dentes. Teve de esforçar a mente muito mais que o normal para fazer a espada obeceder-lhe. Um momento de hesitação deixou uma abertura na sua defesa, e caíu com um ataque pesado.

Conseguiu ganhar distância, mas o livro já não estava na sua mão. O homem da foice lentamente o apanhou.

"Isto é um erro do meu passado. O mundo já não precisa disto..." Enquanto falava, chamas vermelhas consumiram o livro. Ignorando Ivy, deixou caír o livro em chamas e virou-se para se ir embora. As chamas espalharam-se com um fervor fora do comum, separando Ivy e o homem.

"Pára!"

O homem respondeu à sua voz.

"Se quiseres aprender tudo sobre a espada maldita e sobre a espada espiritual, então segue o cavaleiro que bem conheces..." Com estas palavras, o homem desapareceu atrás das chamas.

Estas circularam Ivy. Não tinha medo de um incêndio deste tamanho, mas não podia arriscar que o seu laboratório de química ficasse queimado. Após pensar um momento, desistiu da perseguição.

Olhando para a escuridão, ponderou. Tinha perdido o livro, mas a informação sobre a espada espiritual ficou-lhe gravada na memória — uma arma com poder equivalente e oposto da arma maldita. Com tal poder, talvez pudesse destruír a arma maldita de uma vez por todas. A anormalidade na sua arma podia também ter a ver com a arma espiritual.

Amaldiçoou o homem pela maneira como a tratou, mas estranhamente, sentiu que as palavras que ele tinha dito eram verdade. Ivy decidiu-se. Ia tentar buscar a verdade. Se a Soul Calibur de facto existisse, iria ficar com ela!

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